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✦ Política

INVESTIGAÇÃO 12/02/2019 19:28

PF convoca suposta candidata laranja do PSL para depor

Maria de Lourdes será ouvida dentro de um procedimento chamado Registro Especial, um mecanismo formal para obter informações antes da abertura do inquérito

 Na próxima quinta-feira (14), às 11h, está marcado na sede da Polícia Federal em Recife (PE), o depoimento de Maria de Lourdes, suposta candidata a deputada federal usada como laranja pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Trata-se de um procedimento chamado Registro Especial, que é um mecanismo formal para obter informações antes mesmo da abertura do inquérito policial.Reportagem do jornal Folha de S.Paulo deste domingo (10) revelou que o grupo do atual presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), recém-eleito segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados, teria criado uma candidata laranja em Pernambuco, que recebeu do partido R$ 400 mil de dinheiro público, na eleição de 2018.

Maria de Lourdes, que teve apenas 274 votos, foi a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o país, mais do que o próprio presidente Jair Bolsonaro e a deputada Joice Hasselmann (SP), essa com 1,079 milhão de votos. 

Ainda segundo o jornal, o dinheiro do fundo partidário do PSL foi enviado pela direção nacional da sigla para a conta da candidata em 3 de outubro, quatro dias antes da eleição. Na época, o hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, era presidente interino da legenda e coordenador da campanha de Jair Bolsonaro (PSL), com foco em discurso de ética e combate à corrupção.

Na semana passada, a Folha de S.Paulo havia publicado que o atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, patrocinou um esquema de candidaturas de fachada em Minas que também receberam recursos volumosos do fundo eleitoral do PSL nacional e que não tiveram nem 2.000 votos, juntas. Parte do gasto que elas declararam foram para empresas com ligação com o gabinete de Álvaro Antônio na Câmara.

Após essa revelação sobre o ministro do Turismo, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, afirmou que esse caso deveria ser investigado. Hospitalizado, o presidente Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre o tema. Ele tem feito declarações por meio de redes sociais, mas não comentou o assunto até o momento.

O ex-juiz Sergio Moro, ministro da Justiça, afirmou, também sobre o colega de ministério, que o caso será apurado "se surgir a necessidade".

Já o general Augusto Heleno, ministro chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) do governo Bolsonaro, recusou-se nesta terça-feira (12) a falar sobre o caso dos laranjas do PSL. "Isso é outro problema, disso eu não falo. Bom dia", afirmou o ministro em São Paulo.

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